Em cada tijolo da sede do Tabernáculo da Fé em Goiânia reside o esforço e a fé de milhares de membros que, sob a liderança visionária do Pastor Joaquim Gonçalves, construíram o que chamamos de o "Exército Invencível". O fundamento dessa obra sempre foi a confiança mútua e o compromisso inegociável com a Verdade.

O Contraste que Dói no Coração do Membro

O legado profético do fundador primava por uma igreja onde o dízimo era sagrado e as contas, abertas ao povo de Deus. Como, então, chegamos ao ponto em que a cúpula atual exige um "voto de lealdade" em fila indiana no púlpito, em vez de apresentar um extrato bancário auditado?

"A igreja é um Exército Invencível e o poder absoluto reside na congregação, e não em uma diretoria sitiada."

A atual gestão de Joaquim Rodrigues parece ter invertido a ordem das coisas. No Tabernáculo original, a transparência era o escudo; hoje, o sigilo fiscal é a arma utilizada para silenciar quem ousa questionar. Ignorar notificações legais de membros dizimistas não é apenas uma infração estatutária; é uma traição à memória do Pastor Joaquim Gonçalves.

O Retorno às Raízes do Altar

A "Rebelião da Transparência" que vemos hoje não é um ataque à igreja, mas um grito de proteção às suas raízes. Quando membros pedem intervenção técnica e fiscal, eles estão, na verdade, tentando salvar o patrimônio que pertence a Deus e à congregação, impedindo que a autocracia usurpe o que foi construído com sacrifício profético.

O Marco de 31/03 não é apenas uma data administrativa: é o dia do resgate do legado que nunca deveria ter sido escondido atrás de números obscuros.